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PEIXES: O COMPORTAMENTO DOS PEIXES EM ÉPOCA FRIA!

peixe no frio

A seguir, vamos desvendar o comportamento dos peixes em épocas frias, que inicia já no mês de maio e geralmente vai até setembro.

Em épocas de calor o peixe é muito ativo e se alimenta constantemente, porém, está chegando aquela época mais fria do ano, na qual podemos encontrar mais dificuldades para manter os peixes saudáveis.

RESISTÊNCIA

Peixes de boa procedência e bem alimentados, sofrem menos com a queda de temperatura. As espécies mais afetadas com a queda são: pacu, tambaqui, pintado e o dourado.

As carpas e tilápias, por sua vez, são mais resistentes.

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METABOLISMO DOS PEIXES

Os peixes são espécies de sangue frio, conhecidos como exotérmico ou pecilotérmico, isto quer dizer que “a temperatura corporal dos peixes varia de acordo com a temperatura do ambiente”.

Com a chegada das estações mais frias e consequentemente a queda da temperatura da água (geralmente de 3 a 20ºC), ocorre maior salinidade e menor fotoperíodo (dias mais curtos), com isso, o metabolismo dos peixes diminui e sua taxa de gordura aumenta, tornando-os mais lentos a fim de poupar o gasto de energia.

 TEMPERATURA IDEAL

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Assim como todos os animais, os peixes também precisam de uma “temperatura ideal” para o funcionamento correto do seu organismo, o chamado “conforto térmico”. Entre os peixes, nos pacus, por exemplo, a temperatura ideal para o conforto térmico é em torno de 26º; nos tambaquis, entre 27 e 29ºC; o dourado, 25ºC e assim por diante.

Como os peixes estão à mercê das variações externas de temperaturas (pecilotérmicos), nas águas frias do Inverno eles perdem o ponto ideal de funcionamento do organismo.

Dependendo do quanto a temperatura baixar, o peixe pode não resistir e morrer, como ocorreu em 2000 na represa de Porto Primavera, em Presidente Epitácio. Ali, depois de uma frente fria, houve uma mortandade de tucunaré, um peixe tropical amazônico, cujo “conforto térmico” está por volta de 25ºC. Para citar outro exemplo, o dourado para totalmente de comer se a temperatura da água bater nos 18ºC; desse ponto para baixo, o peixe começa a sofrer com doenças até chegar à morte.

Para grande parte dos peixes brasileiros, a faixa ideal de temperatura fica entre 24º e 28ºC.

Mas para o produtor, o que implica a queda de temperatura na sua criação?

 

Como o peixe está com o seu metabolismo diminuído (debilitado) por conta da baixa temperatura, o peixe come menos, cresce menos, se movimenta menos, e dependendo da temperatura, pode chegar a óbito.

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ARRAÇOAMENTO EM DIAS FRIOS

A quantia de alimentos a ser fornecida diariamente aos peixes depende da espécie, da fase de criação, do tamanho dos peixes, além da qualidade da água e da temperatura.

A ração extrusada, que é flutuante, deve ser substituída pela ração peletizada, evitando assim que os peixes fiquem sem alimentação ou que subam até a superfície.

Entretantono inverno, o arraçoamento deve ser reduzido para evitar desperdício, pois com a diminuição do metabolismo, os peixes vão comer menos, e o manejo alimentar corresponde a 70% dos custos de produção na piscicultura.

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 Em períodos com temperatura favorável, os peixes comem normalmente.

Nesse caso, a ração deve ser fornecida na quantidade de 3 a 5% da biomassa em duas refeições diárias (manhã e fim de tarde) semanalmente.

Mas em períodos mais frios, a temperatura da água cai e, portanto, o arraçoamento dos peixes deve ser recalculado.

No cálculo da quantia necessária de ração por dia, devem ser considerados o peso médio dos peixes (peso da amostra / n° de peixes da amostra), a biomassa (peso médio dos peixes (kg) x N° de peixes contidos no viveiro) e a taxa de arraçoamento (valor percentual indicado com base no peso médio e na temperatura).

 

PENSANDO NISSO…

O Mercado da piscicultura, ou seja, criações de peixes em geral, já vêm desenvolvendo e otimizando sistemas para que não haja perda na sua criação de peixes, devido a temperaturas mínimas e também as elevadas.

É o caso da Fábrica de Peixes e Algas!

estufa

Com capacidade de produção de até 1 tonelada de tilápias/mês, a Fábrica de Peixes e Algas da Recolast é um Sistema de Criação Intensiva que possui controle total, desde o manejo das tilápias até a temperatura do ambiente. Possui uma estufa que mantém a temperatura ideal tanto da água quanto do ambiente.

Conheça mais sobre o Sistema clicando aqui!

A preparação do ambiente começa logo no planejamento da sua criação. Por isso a importância de pesquisar a espécie, o local ideal e a forma de manuseio, visto que nessa época (dependendo da espécie) não é recomendada a despesca. Assim, quando o inverno chegar você já está preparado e não corre o risco de perder sua produção!

Na dúvida, consulte sempre um especialista no assunto!

A equipe da Recolast se dispõe a tirar suas dúvidas, entre em contato conosco.

Quantos peixes cabem no meu reservatório?

Quantos peixes cabem no meu reservatório? É uma das perguntas mais comuns, feita pelos que pretendem criar peixes.

Para iniciar um projeto de piscicultura é importante avaliar o mercado de piscicultura na sua região para definir o sistema adequado e planejar um investimento viável. Um dos passos importantes é determinar a capacidade de produção e para isso é necessário fazer um planejamento de quantidade e tamanho do reservatório que irá utilizar.

A quantidade de peixes que cabem dentro dos reservatórios é determinada a partir do tipo de cultivo, que pode ser extensivo, semi-intensivo, intensivo ou super intensivo, pela espécie do peixe, tipo e dimensão do reservatório e também varia de acordo com a capacidade de vazão de água (entrada e saída de água do reservatório).

Quantos peixes cabem o reservatório

Tilápias

Tipos de cultivo e quantidade de peixes

Cultivo extensivo: Nesse tipo de cultivo, o peixe não recebe alimento produtor e só se alimenta do que existe no reservatório: lago, açude ou represa, além do produtor não ter muito controle da produção, a despesca acontece em um processo mais lento. Estima-se 1 peixe para cada m² e cerca de 1 tonelada/ano.

Cultivo semi-intensivo: também acontece em reservatórios como lago, açude ou represa, mas diferente do cultivo extensivo, nesse tipo de criação, o produtor tem controle do abastecimento e da produção, faz adubação da água e do solo, além de dar alimentos complementares. Também se estima 1 peixe por m² e cerca de 4 toneladas/ano.

Algumas espécies:

  • Tilápia: de 14.000 a 18.000 peixes por hectare (10.000 m²);
  • Pintado da Amazônia:  4.000 peixes por hectare;
  • Pacu, Tambacu ou Piraptinga: de 8.000 a 12.000 peixes por hectare;

Cultivo intensivo: O produtor que faz cultivo intensivo alimenta os peixes com ração equilibrada, tem absoluto controle de produção, faz renovação da água e utiliza um sistema totalmente voltado para criação de peixes em grande escala e rapidez. Ele pode colocar de 1 a 3 peixes por m² e consegue até 10 toneladas de peixes por ano.

Algumas espécies:

  • Tilápia (cerca de 600g): 100 a 125kg por m³, ou seja, 205 peixes, aproximadamente;
  • Pintado da Amazônia (cerca de 1000g): 60 a 80 kg m³, 80 peixes, aproximadamente.

Cultivo super intensivo: Esse tipo de cultivo pode ser feito tanto em reservatórios escavados quanto nos que ficam sobre o solo (geralmente utiliza-se reservatórios circulares[link tanque australiano]), mas sempre com o uso dos tanques rede, uma das características desse cultivo é a recirculação e reuso da água. É possível colocar até 300 peixes por m³ e produzir até 150kg por mês.

 Dica:

Cuidado para não ultrapassar a quantidade de peixes que cada reservatório suporta, pois além de faltar oxigenação, os peixes passam a ter dificuldade para se alimentar e se locomover, acabam emagrecendo e afetando a produção.

Agora que já sabe a quantidade de peixes para cada projeto, que tal fazer um planejamento do seu? A Recolast possui consultores especializados para auxiliá-lo em seu negócio!

TILÁPIAS: UM MERCADO DE OPORTUNIDADES

Tilápia: Peixe de água doce originário do Rio Nilo.

 

Nos anos 50, ganhou força na criação comercial, pela facilidade no manejo se tornando mais rentáveis e hoje, é o segundo peixe mais criado em cativeiro (cerca de 210 mil toneladas por ano somente no Brasil).

Tilápia do Nilo

Foram encontradas mais de 20 espécies de tilápia no mundo, mas as preferidas para criação são as chamadas Tilápias do Nilo (Oreochromis niloticus), pois sua carne tem melhor textura, é saborosa, possui baixas calorias além de poucos espinhos, o que faz ter uma ótima aceitação e procura pelo mercado.

Outra ótima fonte de renda com alto valor comercial é o couro, que falaremos mais adiante.

Couro de Tilápia

Algumas vantagens na criação são:

• É um peixe fácil acesso, tanto para compra quanto para venda;
• Pode adquirí-lo assexuado ou fazê-lo com hormônios;
• Alimentação variada (ração, plâncton, algas);
• Capacidade em aproveitar alimentos naturais em viveiros;
• Rápido crescimento em cultivo intensivo;
• Peixe rústico que suporta manuseio intenso e baixos níveis de oxigênio
• Resistente bem às doenças.
• A carne é especialmente bem aceita.

A criação

Antes de iniciar uma criação o produtor deve entender o processo produtivo, os obstáculos com implantação, operação e o mercado, analisando todos os cenários.

Alguns fatores a se observar:

• Recursos financeiros e matéria prima de produção;
• Acesso à tecnologia;
• Recursos hídricos;
• Área
• Condições climáticas predominantes;
• Mercado consumidor;

Os índices de produtividade, custos de produção e lucratividade são diferentes entre os vários sistemas de produção de tilápias. Um exemplo é para biomassa entre 300 a 400 kg de peixes por hectare, esses podem ser criadas em viveiros que não receberam nenhum tipo de nutrientes (ração ou fertilizantes). Viveiros em que peixes são alimentados com ração podem chegar de 4.000 a 40.000kg de peixes por hectare dependendo da qualidade da ração, aeração e trocas de água.

Nos últimos anos, o cultivo das tilápias vem aumentando em praticamente em todo o país (com exceção da região norte onde sua produção ainda é muito baixa), porém, ainda há alguns obstáculos que atrasam e/ou fazem produtores desistir desse tipo de produção.

- Falta de conhecimento
- Auxílio
- Desconhecimento do próprio peixe
- Equipamentos que podem auxiliar
- Mão-de-obra pouco capacitada
- Falta de planejamento de custos

Em qualquer sistema a água deve ser monitorada constantemente para que níveis de pH, amônia, nitrito e gás carbônico não passem do tolerável, causando perdas na nutrição e produção. O oxigênio é o primeiro fator que deve ser monitorado e havendo ou não aeradores no local, correções devem ser feitas depois dessas medições.

Itens a serem mensurados no cuidado da água:

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Salinidade e temperatura da água

Apesar de serem peixes de água doce as tilápias crescem bem em água salgada, porém a temperatura é um fator importantíssimo para o seu desenvolvimento. Veja a seguir:

- temperaturas de 10 à 11 C°: são letais pois param de se alimentar
- temperaturas abaixo de 17 C°: o manuseio  causa doenças
- temperaturas abaixo de 20° C: não há reprodução
- temperaturas mais altas entre 29 à 31 C°: a engorda é mais rápida e quando dispõe de alimentação correta, o crescimento é três vezes maior do em temperaturas de 22C°.

Tilápias toleram temperaturas de até 40 C°, porém, o estresse é absoluto – causando mortalidade – assim que passa dos 37C°.

Agregando Valores

Filetagem

Na filetagem da tilápia o rendimento é variável dependendo de tamanho, sexo e linhagem, e isso deve ser considerado nos cálculos do custo de produção.

O rendimento pode ser de 88 a 92% depois da evisceração. Filés com pele podem ser aproveitados de 40 a 42% e sem pele de 32 a 38%, se feito à mão ou por máquina de 30 a 31%.

O congelamento deve ser feito rapidamente depois da filetagem, antes ou até mesmo depois de embalar, pois pode ocorrer desidratação e perda de peso entre 1 e 3%, dependendo  do método utilizado. O valor do filé varia entre R$16,00 e R$26,00.

Abaixo uma estimativa de aproveitamento do peixe depois da filetagem:

Tabela de Intervalo de pesos

Outra vantagem é o aproveitamento e a qualidade do couro da tilápia, que é três vezes mais resistente que o couro bovino. Pode ser curtido de forma artesanal, agregando valor ao produto final e aumentando também a receita final em até 40%. Os ganhos podem ser de 30 a 100% a mais se comparados com produtos similares confeccionados em couro bovino.

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O preço da pele “in natura” é de R$3,00 a R$4,00 por quilo e o tamanho do peixe direciona ao mercado em que a pele será ultilizada. Para bolsas, sapatos, carteiras por exemplo, são preferidos peixes de 1 a 2 quilos, já para bijuterias, peixes de 400 à 800 gramas.

Há também o comércio de peles de tilápia semiacabado e acabado, que para peixes de 400 a 800 gramas, varia entre R$ 4,00 e R$ 7,00 a peça. Essas peças já vão processadas com taninos naturais (conservante), sem sais de cromo e solventes, com ou sem coloração ou apliques de brilho. Para tilápias maiores, de 1 a 2 quilos tratados da mesma forma, podem variar de R$15,00 a R$20,00 a peça. Há também mantas de pele de tilápia, que acabadas podem chegar de R$ 350,00 a R$400,00 o metro quadrado.

Outra forma de ganhos são as vísceras, seu óleo tem alto valor nutricional e é rico em ômega 6. Esse É utilizado em rações animais devido a fonte de energia e por ser um óleo insaturado. A proporção é de 1/3 de óleo para cada quilo de viscera.

O valor da tilápia viva/inteira varia entre R$ 5,00 e R$6,00 o quilo no atacado, dependendo da quantidade.

Esse mercado vem crescendo a cada dia e somente no Brasil são cultivados cerca de 210 mil toneladas de tilapias por ano, com exportação maciça para os EUA e ainda assim não atende totalmente o mercado interno deixando aí uma ótima oportunidade de negócio!

Para se ter sucesso na produção, as formas de criação devem ser estudadas, e com dedicação, conhecimento e força de vontade, o seu negócio terá sucesso!

Como a Recolast pode te ajudar?

Como você pôde perceber, a tilápia – assim como os demais peixes – possui suas particularidades para criação. Criar tilápias poderia ser um grande desafio, mas é simples com o nosso sistema intensivo de criação, a Fábrica de Peixes & Algas!

Com ele você pode produzir até 1 tonelada de peixes por mês, e com a ajuda do nosso software Fish Manager, você terá todas as instruções de como manejar o sistema, a água e suas tilápias.

Conheça um pouco mais

Não sofra com a falta de água na piscicultura.

Falta de água é o maior desafio da atualidade

 

falta de água

Piscicultores têm buscado novas soluções diante da falta de água.
O maior desafio da atualidade é produzir, lucrar e expandir o investimento. Com a falta de água a criação extensiva está se tornando inviável devido a perda do investimento e dando espaço à criação intensiva, onde o reaproveitamento da água e a produção contínua são grandes alicerces para o crescimento da piscicultura.

Compare:

CRIAÇÃO EXTENSIVA (EM LAGOS, RIOS, AÇUDES)

  • Dependência de chuva e rios: depende de água da chuva e de rios, assim, apresenta menores índices de produtividade quando há falta de água.
  • A seca: estima-se que em 2014 houve perda de cerca de 30% da produção de tilápias no país por conta da estiagem.
  • Água poluída: Locais que recebem despejo de esgoto urbano prejudicam a qualidade da água e comprometem a oxigenação necessária para a sobrevivência dos peixes.
  • Perda de produção: Criação menos lucrativa, pois há fatores que influenciam diretamente na perda de produção, como a seca.
  • Perda de investimento: Devido à crise hídrica, muitos produtores encontraram dificuldades em manter o investimento optando por outros segmentos.

CRIAÇÃO INTENSIVA (FÁBRICA DE PEIXES RECOLAST)

  • Utilização de água doce: A água para piscicultura pode ser obtida de diversas fontes, através de rios, água natural (água doce) ou canalizada, desde que em boas condições sanitárias.
  • Reutilização da água: Este sistema destaca-se pela eficiente remoção de compostos tóxicos aos peixes por sistema de filtragem, podendo chegar a troca ZERO de água.
  • Tratamento da água: a Recolast disponibiliza um software que auxilia no controle das variáveis da água, como PH, nitrogênio, amônia e outros.
  • Controle de produção: A produção varia de acordo com a necessidade do produtor. Esse ciclo pode ser definido através do Software, que auxilia  no controle sistema.
  • Retorno: O previsto crescimento de 4,14% no setor de piscicultura, a produção contínua (sem que seja preciso parar para despesca) e o pequeno consumo de água influenciam diretamente em um bom investimento.

A Recolast possui um sistema de criação intensiva ecologicamente correto, que atende pequenos, médios e grandes produtores. Em tempos de crise com a falta de água, o ideal é buscar soluções sustentáveis!

A temperatura da água influencia no crescimento da tilápia

A temperatura da água é um dos fatores decisivos na fisiologia dos peixes.
Todos os peixes de água doce são classificados pela ciência como poiquilotérmicos, ou seja, a temperatura do corpo varia de acordo com o ambiente, neste caso, água.
O  ritmo do desenvolvimento do animal depende muito do ambiente. Aqui podemos estabelecer diferenças óbvias entre os animais homeotérmicos, (como o homem) e os animais poiquilotérmicos, também conhecidos como animais de “sangue frio” (como os peixes).
Compreenda o que a temperatura representa na biologia e no desempenho físico dos peixes através deste experimento realizado com 3 temperaturas distintas:
a influência da temperatura da água
Conseguimos diminuir o tempo da colheita em até 50%, utilizando os mesmos recursos.
Mas só é possível manter esta temperatura estável da água em um sistema fechado de recirculação de água, onde podemos controlar cada parâmetro ideal para cada espécie.
Mas os recursos utilizados para aquecer/manter a temperatura da agua não podem inviabilizar financeiramente o seu custo de produção. É inviável aquecer um rio ou um lago, mas é perfeitamente viável aquecer um tanque dentro de uma estrutura (estufa), onde todo o calor recebido é mantido dentro deste ambiente controlado.
Portanto a viabilidade econômica da proteção de tilapias em um sistema de criação intensiva é obtida através da possibilidade de ter uma produção constante durante todo o ano, em lotes menores mas com colheita mensal, regulando a demanda durante todo o ano.
Grafico curva
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