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Empreendedorismo e educação nunca estiveram tão próximos!

Você já aprendeu algo sobre empreendedorismo? Teve alguma aula sobre abertura de negócios? Se respondeu Não, saiba que faz parte da maioria, algumas escolas brasileiras não têm projetos de incentivo ao empreendedorismo.

Empreender pode ser a chave para estimular competências e possibilidades de inserção no mundo do trabalho, incentivando atitude, persistência, independência, comprometimento, autoconfiança, entre outros.

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Atualmente, esse conceito já vem se tornando realidade em algumas escolas e até Universidades.

A inserção de pequenos projetos nos estudos do dia a dia vem capacitando esses alunos e futuros empreendedores do Brasil. Os alunos aprendem e ensinam a empreender!

PENSANDO NISSO….A Recolast  Ambiental oferece Projetos Educacionais que contribuem para essa nova formação!

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Conheça os projetos mais procurados para essa finalidade:

KIT EDUCACIONAL AQUAPONIA!

Iniciando com uma pequena produção, o kit educacional aquaponia, é a combinação do cultivo de hortaliças com a criação de peixes, que através dos nutrientes das plantas, possibilita que os peixes cresçam mais saudáveis e as hortaliças tenham um rendimento maior. Essa alimentação natural do sistema também dispensa o uso de fertilizantes industriais ajudando na preservação do planeta.

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 Sem necessidade da troca de água e sem desperdícios com irrigação, esse projeto desperta curiosidades em adultos e crianças que buscam interagir com a piscicultura e agricultura. Servindo, não apenas de demonstração na prática, mas também para o próprio consumo. Assista aqui como funciona o Kit Educacional Aquaponia!

BIODIGESTOR RESIDENCIAL!

Modelo de Biodigestor Residencial

Modelo de Biodigestor Residencial

 

Pré moldado para ocupar pouco espaço, tem a capacidade de substituir o gás de cozinha tratando os resíduos orgânicos (restos de alimentos não consumidos pelo refeitório, cantina, etc). Saiba mais aqui!

TELHADO VERDE

 

Além de proporcionar uma temperatura agradável ao ambiente, isolamento acústico e térmico,contribui no combate ao efeito estufa, aumentando a retirada de carbono da atmosfera e ao mesmo tempo trás mais harmonia, bem estar e beleza para  os moradores e ocupantes da edificação.

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E o melhor, a instalação pode ser feita pelos próprios alunos. Veja como construir um telhado verde com apenas 5 passos AQUI.

 

A sua escola ou universidade já trabalha com sistemas semelhantes? Conte pra gente nos comentários! Entre neste mundo você também e espalhe a idéia.

 

Criação de peixes – O que esperar para os próximos anos?

 Sabemos que 2016 foi um ano muito difícil para a economia brasileira, e mesmo diante de todo este transtorno, mais uma vez a piscicultura se destacou como o setor que mais cresce na agropecuária.

Dando ênfase a piscicultura, a criação de peixes está em expansão no Brasil. O crescimento em 2016 chegou a 10%, faturando R$ 4,5 bilhões de reais!
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Mas o que fez o cultivo de peixes se tornar algo tão promissor no Brasil? 

Acompanhe este artigo para ver o quanto a piscicultura é abrangente e as diversas oportunidades de iniciar um negócio rentável ligado a piscicultura para os próximos anos.

Oportunidades de expansão para criadores de peixes:

Na Indústria de pescado

É ampla e cheia de oportunidades. Frigoríficos, Restaurantes, Indústria de congelados entre outros, são responsáveis pela maior movimentação do setor de piscicultura.

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Cada vez mais, o brasileiro busca por alimentação mais saudável, e o pescado cumpre bem este papel em proteínas, e nutrientes.

Na moda

Curtumes (ou alçarias) são responsáveis por reaproveitar a pele do peixe para a confecção de bolsas, sapatos, brincos, e artesanatos em geral.

curtume de peixes
Há diversas empresas investindo no curtume de peixes, devido ao crescimento da piscicultura no Brasil. Estes curtumes enxergam a possibilidade de expansão junto com o criador de peixes, e cada vez mais, este trabalho está sendo executado em conjunto!

Saiba mais sobre as oportunidades da criação de peixes neste artigo.

O que esperar para os próximos anos na piscicultura?

De acordo com o relatório da FAO, a aquicultura terá ainda mais expansão nos próximos anos no Brasil. O consumo de pescados no Brasil chegará a 12,7 quilos em 2025, cerca de 32% a mais do que os 9,6 quilos consumidos por ano entre 2013 e 2015. A expectativa é que em 2025 a produção já seja de 1,145 milhão de toneladas!

O que falta para você iniciar sua criação de peixes?

A Recolast está a 39 anos no mercado, e certamente pode te ajudar com soluções em reservatórios escavados, tanques australianos, criação intensiva de peixes, ou criação de peixes e hortaliças (aquaponia).

Ranicultura: Histórico e projeções para os próximos anos!

A produção brasileira tem um cenário promissor e deve gerar em torno de 400 toneladas por ano.

 

Neste post você vai ver:

Histórico e Atualidades;

Ranicultura no Brasil;

A melhor espécie para criação;

Comercialização.

Pesquisas têm apontado diversas características da  que podem torná-la ainda mais rentável ao produtor. Sua carne é muito saborosa e possui substâncias que auxiliam alguns tratamentos alérgicos e de doenças gastrointestinais. Restaurantes sofisticados são os principais consumidores dessa iguaria. Sua pele pode ser amplamente comercializada, já que possui efeito cicatrizante, especialmente em tratamentos de queimadura, e pode ser transformada em couro. O óleo da rã também fornece bom índice lucrativo ao criador, pois constitui a fórmula de alguns medicamentos e cosméticos.

Histórico e Atualidades

A ranicultura iniciou em 1939 com auxílio da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo. Atualmente podemos dizer que a rã-touro é a única espécie utilizada pelos ranários comerciais brasileiros. Ela é a melhor rã para a criação intensiva e adaptaram-se perfeitamente as nossas condições climáticas.

Ranário

A área média recomendada para a implantação de um ranário rentável comercialmente varia entre 500 a 700m2. Com esse projeto o ranicultor pode atingir uma produção de anual média de 2.000 Kg de carne. Recomenda-se água de boa qualidade preferencialmente de mina ou poço. O custo de implantação médio no Estado de São Paulo varia entre R$ 50,00 a R$ 70,00/m2 de área construída. Praticamente toda a produção brasileira (cerca de 400 ton./ano) é absorvida pelo mercado interno, mas o Brasil possui condições de conquistar grande espaço no mercado externo, porém necessita preparar-se para tal. Existem também novos nichos de mercado interno a serem conquistados.

Há 20 anos, houve uma demanda considerável de empreendedores que iniciaram suas atividades na ranicultura convencional, porém, 90% desistiram devido a uma série de problemas como:

Climatização: a reprodução e a engorda das rãs durante o inverno não acontece. Como os sistemas convencionais são abertos, não é possível realizar a climatização do ambiente criatório, colocando a produção sob o efeito da sazonalidade.

Canibalismo: Na fase de engorda as instalações dificultam a separação dos animais por tamanho. As rãs maiores comem os menores diminuindo o plantel.

Predadores: Nos sistemas abertos, há uma facilidade de acesso de ratos, gatos, pássaros e principalmente pessoas que consomem as rãs causando prejuízos enormes.

Investimentos: Para implantar um ranário nos sistemas tradicionais é preciso um grande espaço físico, normalmente em ambiente rural. Obras de construção civil, como tanques de alvenaria, baias, estufas tornam o custo inicial grande aumentando o tempo de retorno do investimento. Umas das opções seriam utilizar os tanques circulares do tipo australiano, pela facilidade na montagem e desmontagem.

Outras dificuldades: Manejo alimentar, manejo animal, manejo profilático, ganho de peso e principalmente produção contínua, somados aos anteriores continuam sendo os grandes problemas da ranicultura convencional, a nível comercial. Como as rãs ficam no chão e em grandes tanques, fica muito difícil entrar para pegá-las quando se precisa selecionar por tamanho, retirar rãs doentes, etc.

É claro que a mudança requer tempo e planejamento, já que um ranário convencional instalado significa muito dinheiro investido podendo haver uma resistência inicial à mudança.

Ranicultura no Brasil

O Brasil é o segundo maior criador de rãs no mundo (Pesquisa feita pelo Globo Rural em 06/11/16), feito através do sistema de Confinamento. O último levantamento oficial do IBGE de 2016 fala em 160 toneladas ao ano, mas há quem diga que esse número seja três vezes maior.

Veja na íntegra a reportagem do Globo Rural sobre a criação de rã:

 

A melhor espécie para criação!

A espécie mais usada em cativeiros é a rã-touro gigante!

É um animal de origem Norte Americana, introduzido em nosso país em 1935 e devido às suas características zootécnicas, foi escolhida a melhor espécie para cativeiro.

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Principais características:
• Rápido crescimento;
• Alto número de ovos;
• Facilidade de manejo;
• Adaptação climática.
 

Continue lendo e descubra como aproveitar e agregar valor na comercialização!

A Rã-touro é originária das proximidades das montanhas rochosas na América do Norte. A coloração de pele é entre verde-claro e cinza-escuro.É considerada a terceira maior do mundo em tamanho, chegando aos 30 cm de comprimento total (desde o focinho às patas traseiras) e 2,5 kg de peso. A rã-touro vive no máximo 16 anos e sua capacidade reprodutiva é de aproximadamente 10 anos.

É considerada a terceira maior do mundo em tamanho, chegando aos 30 cm de comprimento total (desde o focinho às patas traseiras) e 2,5 kg de peso. A rã-touro vive no máximo 16 anos e sua capacidade reprodutiva é de aproximadamente 10 anos.

As características biológicas e fisiológicas das rãs são relativamente diferentes de outras espécies de animais comuns de cativeiro. O ciclo de vida das rãs possuem duas fases, sendo a aquática chamada de Girino, e a terrestre é chamada de Rã, mas ainda sim com extrema dependência da água.

Existem outras espécies de rãs nativas do Brasil, como a rã-pimenta, rã-manteiga ou paulistinha, que podem também ser criadas em cativeiro, mas em comparacão com a rã-touro, possuem o menor desempenho produtivo e além de dificuldades técnicas e burocráticas.

Comercialização: Veja como agregar valor à carne de rã!

A Rã pode ser aproveitada por inteiro, desde sua carne, pele e até mesmo as vísceras. Por ter um mercado específico, os restaurantes sofisticados são os maiores consumidores, dessa forma é vendida como carne nobre.O valor de comercialização é alto, e a demanda consegue ser maior do que a sua produção.

Já na exportação, os pedidos estrangeiros são específicos de rãs brasileiras, mas por conta do volume alto de pedidos, e poucos produtores, a demanda acaba não sendo atendidos por completo, e assim os outros países acabam pagando mais caro pela carne para ter acesso mais fácil e rápido!

O preço da rã abatida é de R$ 35 o quilo, mas o preço no mercado pode chegar a R$ 60. O grande problema é o que preço está muito associado à ração que não encontra com qualidade disponível no mercado. 

O que esperar da Ranicultura para os próximos anos?

 

O rápido crescimento da ranicultura no Brasil está abrindo portas para novos empreendedores, e de acordo com esta projeção, a tendência para os próximos anos, é de que criadores, intermediários (restaurantes) e consumidor final alinhem bem os interesses de forma homogênea e consistente, tornando o consumo de carne de rã tradicional no Brasil, fazendo com que a carne de rã seja procurada e encontrada proporcionalmente como o camarão, mariscos, entre outros.

 

TILÁPIAS: UM MERCADO DE OPORTUNIDADES

Tilápia: Peixe de água doce originário do Rio Nilo.

 

Nos anos 50, ganhou força na criação comercial, pela facilidade no manejo se tornando mais rentáveis e hoje, é o segundo peixe mais criado em cativeiro (cerca de 210 mil toneladas por ano somente no Brasil).

Tilápia do Nilo

Foram encontradas mais de 20 espécies de tilápia no mundo, mas as preferidas para criação são as chamadas Tilápias do Nilo (Oreochromis niloticus), pois sua carne tem melhor textura, é saborosa, possui baixas calorias além de poucos espinhos, o que faz ter uma ótima aceitação e procura pelo mercado.

Outra ótima fonte de renda com alto valor comercial é o couro, que falaremos mais adiante.

Couro de Tilápia

Algumas vantagens na criação são:

• É um peixe fácil acesso, tanto para compra quanto para venda;
• Pode adquirí-lo assexuado ou fazê-lo com hormônios;
• Alimentação variada (ração, plâncton, algas);
• Capacidade em aproveitar alimentos naturais em viveiros;
• Rápido crescimento em cultivo intensivo;
• Peixe rústico que suporta manuseio intenso e baixos níveis de oxigênio
• Resistente bem às doenças.
• A carne é especialmente bem aceita.

A criação

Antes de iniciar uma criação o produtor deve entender o processo produtivo, os obstáculos com implantação, operação e o mercado, analisando todos os cenários.

Alguns fatores a se observar:

• Recursos financeiros e matéria prima de produção;
• Acesso à tecnologia;
• Recursos hídricos;
• Área
• Condições climáticas predominantes;
• Mercado consumidor;

Os índices de produtividade, custos de produção e lucratividade são diferentes entre os vários sistemas de produção de tilápias. Um exemplo é para biomassa entre 300 a 400 kg de peixes por hectare, esses podem ser criadas em viveiros que não receberam nenhum tipo de nutrientes (ração ou fertilizantes). Viveiros em que peixes são alimentados com ração podem chegar de 4.000 a 40.000kg de peixes por hectare dependendo da qualidade da ração, aeração e trocas de água.

Nos últimos anos, o cultivo das tilápias vem aumentando em praticamente em todo o país (com exceção da região norte onde sua produção ainda é muito baixa), porém, ainda há alguns obstáculos que atrasam e/ou fazem produtores desistir desse tipo de produção.

- Falta de conhecimento
- Auxílio
- Desconhecimento do próprio peixe
- Equipamentos que podem auxiliar
- Mão-de-obra pouco capacitada
- Falta de planejamento de custos

Em qualquer sistema a água deve ser monitorada constantemente para que níveis de pH, amônia, nitrito e gás carbônico não passem do tolerável, causando perdas na nutrição e produção. O oxigênio é o primeiro fator que deve ser monitorado e havendo ou não aeradores no local, correções devem ser feitas depois dessas medições.

Itens a serem mensurados no cuidado da água:

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Salinidade e temperatura da água

Apesar de serem peixes de água doce as tilápias crescem bem em água salgada, porém a temperatura é um fator importantíssimo para o seu desenvolvimento. Veja a seguir:

- temperaturas de 10 à 11 C°: são letais pois param de se alimentar
- temperaturas abaixo de 17 C°: o manuseio  causa doenças
- temperaturas abaixo de 20° C: não há reprodução
- temperaturas mais altas entre 29 à 31 C°: a engorda é mais rápida e quando dispõe de alimentação correta, o crescimento é três vezes maior do em temperaturas de 22C°.

Tilápias toleram temperaturas de até 40 C°, porém, o estresse é absoluto – causando mortalidade – assim que passa dos 37C°.

Agregando Valores

Filetagem

Na filetagem da tilápia o rendimento é variável dependendo de tamanho, sexo e linhagem, e isso deve ser considerado nos cálculos do custo de produção.

O rendimento pode ser de 88 a 92% depois da evisceração. Filés com pele podem ser aproveitados de 40 a 42% e sem pele de 32 a 38%, se feito à mão ou por máquina de 30 a 31%.

O congelamento deve ser feito rapidamente depois da filetagem, antes ou até mesmo depois de embalar, pois pode ocorrer desidratação e perda de peso entre 1 e 3%, dependendo  do método utilizado. O valor do filé varia entre R$16,00 e R$26,00.

Abaixo uma estimativa de aproveitamento do peixe depois da filetagem:

Tabela de Intervalo de pesos

Outra vantagem é o aproveitamento e a qualidade do couro da tilápia, que é três vezes mais resistente que o couro bovino. Pode ser curtido de forma artesanal, agregando valor ao produto final e aumentando também a receita final em até 40%. Os ganhos podem ser de 30 a 100% a mais se comparados com produtos similares confeccionados em couro bovino.

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O preço da pele “in natura” é de R$3,00 a R$4,00 por quilo e o tamanho do peixe direciona ao mercado em que a pele será ultilizada. Para bolsas, sapatos, carteiras por exemplo, são preferidos peixes de 1 a 2 quilos, já para bijuterias, peixes de 400 à 800 gramas.

Há também o comércio de peles de tilápia semiacabado e acabado, que para peixes de 400 a 800 gramas, varia entre R$ 4,00 e R$ 7,00 a peça. Essas peças já vão processadas com taninos naturais (conservante), sem sais de cromo e solventes, com ou sem coloração ou apliques de brilho. Para tilápias maiores, de 1 a 2 quilos tratados da mesma forma, podem variar de R$15,00 a R$20,00 a peça. Há também mantas de pele de tilápia, que acabadas podem chegar de R$ 350,00 a R$400,00 o metro quadrado.

Outra forma de ganhos são as vísceras, seu óleo tem alto valor nutricional e é rico em ômega 6. Esse É utilizado em rações animais devido a fonte de energia e por ser um óleo insaturado. A proporção é de 1/3 de óleo para cada quilo de viscera.

O valor da tilápia viva/inteira varia entre R$ 5,00 e R$6,00 o quilo no atacado, dependendo da quantidade.

Esse mercado vem crescendo a cada dia e somente no Brasil são cultivados cerca de 210 mil toneladas de tilapias por ano, com exportação maciça para os EUA e ainda assim não atende totalmente o mercado interno deixando aí uma ótima oportunidade de negócio!

Para se ter sucesso na produção, as formas de criação devem ser estudadas, e com dedicação, conhecimento e força de vontade, o seu negócio terá sucesso!

Como a Recolast pode te ajudar?

Como você pôde perceber, a tilápia – assim como os demais peixes – possui suas particularidades para criação. Criar tilápias poderia ser um grande desafio, mas é simples com o nosso sistema intensivo de criação, a Fábrica de Peixes & Algas!

Com ele você pode produzir até 1 tonelada de peixes por mês, e com a ajuda do nosso software Fish Manager, você terá todas as instruções de como manejar o sistema, a água e suas tilápias.

Conheça um pouco mais

Crédito: Aproveite que ainda há 59% disponíveis para financiamentos.

Crédito – Plano Agrícola e Pecuário: 2015/2016

 

Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais, empresas agropecuárias e cooperativas é a de adquirir créditos para expandir a sua produção ou o seu negócio, principalmente, em meio às crises enfrentadas no momento.

Em 2015 o Governo Federal e o Ministério da Agricultura, Pecuária e  Abastecimento disponibilizaram mais de 180 milhões de crédito para financiamento destinados às atividades do campo para Safra 2015/2016 (julho-dezembro/dezembro-julho). Em relação ao plano anterior houve um aumento de 20% do crédito, aumento este que impulsiona o contínuo crescimento da produção agrícola e pecuária, além de alimentos a preços acessíveis e de qualidade.

Um balanço realizado ao final de 2015 mostrou que no período de julho a dezembro os financiamentos agrícolas totalizaram 76,5 bilhões, ou seja, apenas 41% do crédito disponibilizado. Economistas acreditam que a crise econômica está influenciando diretamente nos investimentos, os bancos estão mais seletivos para liberarem créditos e os produtores estão com medo dos riscos que podem correr, mesmo com o Seguro Rural, que nessa safra disponibilizou um crédito de 668 milhões de reais.

Para os programas de crédito são estipulados com antecedência valores disponíveis para cada um, assim como limite de crédito financiável, juros e prazo de pagamento.

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Veja a tabela completa e saiba em qual linha de financiamento o seu projeto se encaixa clicando aqui

Encontro de Parcerias de Aquicultura

Encontro de Parcerias é um evento organizado pela Escola Agrícola de Jundiaí – UFRN,

com a finalidade de mostrar, a todos os interessados, os desafios e oportunidades do mercado aquícola.

Encontro de Parcerias Aquicultura

Encontro de Parcerias de Aquicultura

Neste evento, os participantes terão a oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido nas Universidades do Brasil, possibilitando novos caminhos para futuras parcerias, como realização de experimentos, atuação em programas de intercâmbio e pós graduação.

No segundo dia, “Sistemas de Recirculação de Água” será o tema principal e as universidades parceiras irão expor seus trabalhos desenvolvidos neste sistema além de participarem de um curso prático apoiado pela Recolast.

No terceiro dia, o tema será aquicultura Ornamental, onde participarão diversos produtores da região assim como pesquisadores e produtores que atuam nesta área, expondo suas pesquisas e experiências. Haverá também um curso prático de cultivo de algumas espécies ornamentais.

O público alvo do Encontro de Parcerias de Aquicultura são estudantes, pesquisadores e produtores que atuam na área da aquicultura.

Mais informações sobre o encontro aqui.

 

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